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13/12/2016

O VOO 313 E OS SOBREVIVENTES


O VOO 313 E OS SOBREVIVENTES
Luiz Carlos D. Formiga
Conhecereis a verdade e ela vos fará livres, da ignorância.
Políticos morreram. Desastre. Voo 313. O número treze já foi utilizado para comentar outra tristeza em agosto.

A aeronave estava lotada, na madrugada de 30 de novembro de 2016. Dia em que a Lava Jato foi arrasada. O Globo faz resumo.

Cento e trinta e dois deputados escaparam, por terem votado contra o desejo da Câmara de enquadrar julgadores e investigadores. Foi um golpe na calada da noite e a procuradora Thaméa Danelon resumiu o sentimento de quem se empenhou no combate à ORCRIM: "As 10 Medidas foram jogadas no lixo. Um desrespeito a mais de 2 milhões de brasileiros".

Esse novembro de 2016 parece ser um mês de desgosto, ...
 (...)

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Leia também 

CATÁSTROFES E DESENCARNES EM MASSAMarcelo Henrique Pereirahttp://www.aeradoespirito.net/ArtigosMH/CATASTRO_E_DESENC_EM_MASSA_MH.html
DESENCARNE EM MASSA EM SANTA MARIA (RS): O ESCLARECIMENTO ESPÍRITA
Marcelo Henrique Pereirahttp://www.aeradoespirito.net/ArtigosMH/CATASTRO_E_DESENC_EM_MASSA_SM_RS_MH.html

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06/06/2015

Casamentos, Ricos E Pobres De Espírito

CASAMENTOS, RICOS E POBRES DE ESPÍRITO.
Luiz Carlos D. Formiga
Em 2014, o site Glamurama registrou o casamento de José Seripieri, o dono da Qualicorp:
"Um casamento para entrar para a história de São Paulo". Assim foi a cerimônia que selou a união de Seripieri e Daniela Filomeno. Os convidados foram recepcionados no condomínio Quinta da Baroneza, em Bragança Paulista, São Paulo, decorado com flores brancas e vermelhas e velas suspensas que davam um toque romântico, como pedia o momento. (1)
(...) ..........................................................................
As questões 814-816 de O Livro dos Espíritos elucidam isso. A riqueza incita a todos os excessos.
Riqueza e poder fazem nascer paixões, que nos prendem à matéria e nos fazem retardar o estado de pureza. Difícil, por isso, “entrar um rico no reino dos céus”.
Recordemos como Jesus chegou à casa do “muito rico” Zaqueu. O Nazareno, tendo entrado em Jerico, dirigiu-se ao coletor de impostos dizendo-lhe que se hospedaria em sua residência, ... (...)
(...) ..........................................................................
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10/03/2015

A Fábula Dos Três Porquinhos E O Estudo Do Espiritismo

A FÁBULA DOS TRÊS PORQUINHOS
E O ESTUDO DO ESPIRITISMO

Alexandre Fontes da Fonseca (*)
Campinas, SP
Brasil
A fábula conhecida pelo nome "A História dos Três Porquinhos" foi divulgada por Joseph Jacobs em 1853 (1). Ela conta a estória de três porquinhos chamados Prático, Heitor e Cícero que decidiram sair da casa da mãe e construir suas próprias casas. A fábula também descreve um lobo que desejava comê-los. Cícero, considerado o mais preguiçoso, construiu sua casa com palha e lama; Heitor construiu sua casa de madeira, mas sem pregos; e Prático construiu uma casa de tijolos e cimento, bem mais segura do que as casas dos seus irmãos. Como sua casa demorava mais tempo para ser construída, Prático via seus irmãos brincarem e se divertirem enquanto ele se esforçava no trabalho de construção de sua casa.
Quando o lobo veio atrás deles, primeiro foi até a casa de Cícero e com um sopro forte, derrubou sua casa. Enquanto Cícero corria, o lobo foi até a casa de Heitor e, novamente, com um sopro forte, derrubou sua casa. Heitor e Cícero correram para a casa de Prático que, por ser de alvenaria, não foi derrubada pelo sopro do lobo. Conta a fábula, que o lobo ainda tentou entrar pela chaminé, porém Prático deixou a lareira acesa e um caldeirão com água fervente. O lobo então, desistiu de pegar os três porquinhos.
A moral dessa história pode ser resumida assim: o esforço no trabalho bem feito e a busca pelo aprimoramento são recompensados com a segurança, a felicidade e a preservação da vida. Nossa intenção aqui é comparar essa ideia com a postura de nós espíritas perante o estudo da Doutrina Espírita. Diante das provações que a vida apresenta, qual o nosso preparo para reagir com segurança perante elas?
O Espiritismo é uma doutrina cristã que levanta o véu sobre a existência e sobrevivência da alma, a comunicação com os ‘mortos’ e, com base em fatos e na luz da razão, esclarece a mensagem de Jesus. É, assim, um forte auxiliar para o avanço moral da Humanidade (2). Para que o Espiritismo promova o avanço da Humanidade, é necessário estudá-lo profundamente. ... (...)
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25/02/2015

Diante Da Adversidade

A MELHOR DEFESA

Luiz Carlos D. Formiga 

DIANTE DA ADVERSIDADE... 
Nossa "humanidade,"
À revelia de nós,
É revelada!

Nossas Fragilidades
E nossas conquistas...
Emergem. Vêm à tona!

A Inteligência Espiritual reequilibra-nos...

O homem velho dá vez ao Homem de Bem! 

Juli Lima (*) 
NEU* - Enfrentamentos 

A MELHOR DEFESA 
 
Alguns pacientes de AIDS atravessam todo o processo da doença sem necessitarem da ajuda dos profissionais da Saúde Mental. No entanto, outros sentem ansiedade ou angústia aumentadas, o que origina reações diversas, como intensa tristeza, desesperança ou reações depressivas. O sentimento de culpa, o desânimo, a insônia, ou a eventual idéia de suicídio repercutem de tal forma que o sistema imunológico de defesa apresenta reações não menos depressivas. A apatia faz parte da evolução da doença, mas é possível encontrarmos distúrbios de memória, atenção ou de outras funções ligadas ao domínio cognitivo.
A negação, a revolta, a raiva.

"Por que eu? O laboratório deve estar errado. É muito azar! É castigo."  

Iremos encontrar aqueles tomados de sentimentos persecutórios, sentindo-se alvo de maldições ou coisas semelhantes. Estas são reações paranóides que, num ambiente acolhedor, tendem a ceder e posteriormente são trabalhadas de forma ambulatorial. 

Encontraremos os que adotam uma atitude arrogante, de indiferença ou mesmo de desprezo diante da própria enfermidade e do tratamento. É uma tendência à negação da realidade. São reações maníacas que muitas vezes necessitam da intervenção do médico psiquiatra.

Encontraremos ainda reações hipocondríacas, conversivas, ou as dissociativas, como, por exemplo, a amnésia, os estados crepusculares, ou ainda a personalidade múltipla que são reações histeriformes. Aqui o ponto principal é a perda da identidade. Essas últimas vão exigir a atuação médica especializada.

A doença é de tal ordem ameaçadora que existem quadros onde mais de uma entidade está participando. São os quadros clínicos psico-orgânicos, onde sintomas mentais podem vir acompanhados de problemas neurológicos. Há o comprometimento do nível de consciência. Isto introduz um agente complicador que obriga ao diagnóstico diferencial, entre manifestações emocionais, psiquiátricas e organo-cerebrais.

Há na AIDS a eclosão de reações psicológicas e/ou psiquiátricas, mas, se já não bastasse, é necessário considerar a própria característica do paciente que nos locais de atendimento público é predominantemente de baixa renda, sem trabalho fixo ou subempregado, embora jovem, do sexo masculino e anteriormente saudável. A metade dos pacientes é representada pelos toxicômanos, que é condição também predominante no sexo feminino, associada à prostituição. 

Num país que vive uma séria crise sócio-econômica, estas observações nos fazem pensar, além do aspecto puramente médico, nas condições de saúde e moradia dessas pessoas antes da contaminação. O fato da grande maioria, dos pacientes, pertencer a grupos com comportamentos de risco dificulta, ainda mais, as suas relações interpessoais. Nesse particular, difícil é a posição da Equipe de Saúde que, com neutralidade, tem que lidar com os valores e o estilo de vida escolhido pelo paciente, ao mesmo tempo que emprega todos os esforços na tentativa de restabelecer o seu estado de ânimo, a sua esperança no tratamento.

Nesta doença, os contactos iniciais com a equipe de saúde são repletos de desconfiança e de omissões de informação, pelo receio do uso que o profissional possa dela fazer. É por isso que nas entrevistas são sempre asseguradas a privacidade e o sigilo, para possibilitar uma relação de confiança, que permita ao paciente relatar particularidades de sua vida e de seus problemas pessoais. 

De modo geral os pacientes homossexuais evitam o contacto com a equipe de psicologia e os usuários de drogas são motivados por uma crédula solução mágica, que os ajude a largar o hábito. 

O resultado do exame.
Momento de crucial importância é aquele em que se tem que revelar o resultado do exame sorológico positivo. 

As experiências têm demonstrado que o médico deve ser franco quanto aos resultados dos exames e informar sobre todos os recursos de ajuda disponíveis. Embora alguns possam advogar que o paciente está sob forte sofrimento e despreparado para tal revelação, esta conduta coloca sob risco outros membros da comunidade e afasta o processo educativo, que leva ao compromisso de quebra da cadeia de transmissão.

A incerteza de seu futuro conduz à ansiedade ou angústia com manifestações de medo, revolta, impaciência, opressão toráxica, insônia, etc. Dificuldades no mundo exterior intensificam essas manifestações, não raro surgem as ameaças de transfiguração estética, temor da morte, do abandono, perda de emprego, etc. 

Reações psicológicas após a confirmação da suspeita.

De modo geral estes pacientes respondem com reações que se assemelham àquelas descritas por Kubler-Ross, para os pacientes referidos como terminais.

NEGAÇÃO - mecanismos de defesa protetores do ego. Existe a fantasia da não contaminação. Sendo assintomáticos, continuam a fazer uso de drogas e a realizar relações sexuais, sem uso de preservativos. Curandeiros podem ser procurados, assim como outros laboratórios para tentar, num novo exame, encontrar o resultado negativo.

REVOLTA - Culpando a família, o parceiro ou outro, questiona: "Por que eu?" 

A síndrome de vingança é extremamente rara, ficando apenas na ameaça verbal, quando em ambiente solidário. Imaturos emocionalmente os surpreendemos com a arrogância, o narcisismo, a onipotência tentando desafiar a realidade em atitudes de desprezo pela auto-preservação. Para outros, a doença aparece como um castigo, vindo exatamente no momento em que estavam se recuperando da vida desregrada que levavam. Passam então à fase seguinte conhecida como barganha ou negociação.

BARGANHA - é o momento das promessas. Duro é buscar voluntariamente tratamento para abandonar os tóxicos e não ser aceito por ser portador do vírus. Passa então à nova fase quando tenta resolver situações não resolvidas com as pessoas das suas relações.
INTERIORIZAÇÃO é a fase onde ainda não está preparado para aceitar a morte.

Na ACEITAÇÃO, última fase, faz o planejamento realístico para a morte, nesse momento já resolveu o que era possível no tempo disponível. Qualquer mudança na condição de saúde do paciente pode precipitar uma mudança de estágio que não é tão uniforme como acima apresentado. 

Reações familiares
Com pacientes toxicômanos e/ou homossexuais é muito freqüente a ausência de um dos pais, ou a presença de conflitos familiares anteriores ao diagnóstico. O estilo de vida do paciente era para eles desconhecido e por isso recebem duplo choque. É confirmada a fragilidade dos vínculos familiares ou em outras famílias a adaptação ao estilo de vida do paciente. 

Surge a necessidade de reestruturação da família. Mas, como se proteger sem abandoná-lo? Como evitar a rejeição social da família? Encontra-se também a superproteção e fatos são escondidos ou camuflados. A condição de vítima do paciente dificulta o seu amadurecimento emocional.

A ajuda à família omissa é de vital importância. Deve-se tirar dúvidas sobre a doença e dar apoio psicológico. Será que haverá vaga para uma nova internação? Reuniões individuais e grupais fazem parte desta programação.
Aspectos psico-imunológicos 

Numa doença que provoca tantas reações, fica clara a necessidade do diagnóstico diferencial entre manifestações emocionais, psiquiátricas e organo-cerebrais. Este fato nos remete também a outro domínio, que tem sido objeto de estudos recentes, o da influência dos fatores psicológicos na predisposição ou no curso de enfermidades orgânicas, principalmente aquelas ligadas ao sistema imune como infecções, doenças auto-imunes ou malignas.

Atualmente, é consensual admitir que o "stress" produz efeito imunossupressivo. Leucócitos, linfócitos são os soldados desse imenso exército de defesa do corpo humano, que são os primeiros a serem afetados por estados alterados psicológicos. O estudo em dois grupos de indivíduos mostrou que os angustiados mais deprimidos, tinham menor capacidade de reparação do DNA danificado, quando seus leucócitos eram expostos à irradiação de raios X.

Resultado que adiciona evidências sugestivas da influência de fatores psicológicos, é o descontrole apresentado diante do vírus Epstein-Barr da mononucleose infecciosa, que causa uma severa dor de garganta. Mulheres que estiveram passando pelo desconforto da separação conjugal e do divórcio possuíam níveis maiores de anticorpos anti-vírus Epstein-Barr. Por outro lado, os maridos de mulheres em estágio avançado de câncer de mama, após a viuvez apresentavam supressão significativa de linfócitos, com reflexos tanto na imunidade humoral (uma espécie de artilharia imunológica), quanto na imunidade celular (semelhante a uma infantaria mecanizada).

O estudo com estudantes de Medicina, em vésperas de exame, também tem demonstrado a influência dos fatores psicológicos na economia biológica. Os acadêmicos podem apresentar infecções respiratórias após os exames e mais uma vez vamos encontrar supressão dos linfócitos "killer" (células semelhantes a soldados treinados com técnicas marciais), o que também foi observado em indivíduos com auto-relato de solidão ou em pacientes internados que estiveram muito sozinhos neste período. Os estudantes também apresentaram baixos níveis de interleucina II (uma espécie de comunicação e incentivação do exército de células em combate ativo) e o descontrole diante de determinados vírus como o do Herpes e da Mononucleose.

É conhecida a ação dos corticosteróides como agentes imunossupressores. Os níveis de cortisona podem estar aumentados em pacientes internados solitários, que podem também apresentar diminuição da atividade dos linfócitos. 


Estamos diante de observações que nos fazem refletir sobre a Aids e a História da Medicina. Nunca uma doença foi tão rapidamente identificada e descrita com detalhes em seu aspecto etiológico. 

Nós, que estivemos nestes últimos 20 anos com o pires na mão diante das agências de financiamento de pesquisas, continuamos a manter a esperança nos imunologistas, nos pesquisadores da quimio-antibióticoterapia, nos engenheiros da Genética, mas não esquecemos daqueles que sempre foram relegados a um segundo plano, na chamada Política Científica, os professores, os educadores, os sociólogos, e os psicólogos, entre outros profissionais de inegável valor e importância nos dias que correm.

Um tratado de Psicoimunologia 

A melhor vacina continua sendo a informação que propicia mudança de comportamento. A Aids veio para ficar e testar também nossos valores ético-morais. Vencerá aquele que tiver melhor capacidade adaptativa as novas exigências, mas dependerá também do outro, que nesta hora por força das circunstâncias terá que ajudar. 

O desequilíbrio na relação "stress" - doença é desencadeado por situações diversas da vida individual ou social. Chegamos ao paradoxo de por egoísmo ter de que adotar comportamentos altruístas.

"O amor é irmão gêmeo da dor". O fator crítico que é a adaptação pode ser influenciado por experiências passadas, suporte social, características de personalidade e de defesa do ego, padrão de comportamento habitual, etc. A má adaptação às mudanças é o que parece provocar as alterações do sistema imune, que terminam no aparecimento de sinais e sintomas de doenças. 

Poucos estão alertados de que a boa adaptação envolve um problema de crescimento espiritual, e que o hormônio desse crescimento não tem origem na hipófise. Pena que só mais tarde muitos irão saber porque o Evangelho é o maior tratado de Psicoimunologia. 

  Quem viu Jesus doente? 

Capítulo do livro "Dores, Valores, Tabus e Preconceitos", CELD-Editora.
 
Fonte: Artigo publicado originalmente no Jornal Espírita, FEESP, SP. Maio de 1992.http://www.terraespiritual.locaweb.com.br/espiritismo/artigo1236.html

(Imagens - Google)


Publicado pelo A ERA DO ESPÍRITO com a autorização do autor. 

17/02/2015

APAGÃO FINAL


 
Vivemos dias de apagões. Pensemos na luz para os dias futuros. Teremos cortes de energia nos horários de pico?  Na ausência de energia luminosa nem ministros se entendem, passam e recebem pitos, como em janeiro de 2015. Tirem conclusões das complicadas explicações.  O apagão foi por “restrições na transferência de energia do Norte para o Sudeste", aliado a “elevação da demanda na hora de pico”. Disse o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS). (...)
 
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30/01/2015

A Alma Dorme No Mineral?

Paulo da Silva Neto Sobrinho
(Paulo Neto)

“A vida orgânica pode animar um corpo sem alma, mas a alma não pode habitar um corpo privado de vida orgânica”.
(Espíritos Superiores, LE, q. 136a).

1. Introdução

No meio espírita é comum ouvirmos citarem a frase “A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem”, como sendo de autoria de Léon Denis (1846-1927). Só que, curiosamente, ninguém havia provado que ele tenha dito exatamente isso. Na busca em que nos empenhamos para encontrá-la, acabamos por nos deparar com ela na obra Mediunidade: vida e comunicação – Conceituação da mediunidade e análise geral dos seus problemas atuais, de J. Herculano Pires (1914-1979):
A Ontogênese Espírita, ou seja, a teoria doutrinária da criação dos Seres (Do grego: onto é Ser; logia é estudo, ciência) revela o processo evolutivo a partir do reino mineral até o reino hominal. Essa teoria da evolução é mais audaciosa que a de Darwin. Léon Denis a definiu numa sequência poética e naturalista: A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem. Entre Entre cada uma dessas fases existe uma zona intermediária, como se pode verificar nos estudos científicos. (...) ...
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24/01/2015

Balanço De Vida

 
Como anda você? Está sempre on-line, conectado às redes sociais, sabendo de quase tudo a respeito do que fazem seus amigos e os amigos dos seus amigos?
 
Sempre em dia com as fofocas, em tempo real?
 
Você é daqueles que não pode ficar desconectado em momento algum, pois teme perder a notícia mais recente?
 
Você tem centenas e centenas de amigos virtuais e se vangloria disso?
 
Entre esses, é possível que se encontrem pessoas que jamais viu, nem tem bem clara a ideia de onde vivem, o que verdadeiramente apreciam.
 
Também, com certeza, amigos de muito tempo.
 
Responda agora: há quanto tempo vocês não se encontram pessoalmente?
 
Entretanto, o contato pessoal é muito importante, pois nada substitui o calor de um abraço, um olhar profundo de olhos nos olhos.
 
Assim, não deixe escapar a chance de sentir o calor de um aperto de mão, a agradável sensação de ouvir o coração do amigo batendo apressado, ante a emoção do reencontro.
 
Aproveite esses momentos, promova-os e viva-os em totalidade.
 
E, quando sair de casa, aproveite para observar o seu entorno. Deixe o aparelho eletrônico no bolso ou na bolsa.
 
Você está habituado a receber diariamente, via virtual, dezenas de imagens espetaculares, de lugares paradisíacos e com elas se extasia.
 
No entanto, você deixa de apreciar o jardim da sua casa, os canteiros da rua por onde transita.
 
Percebeu que uma rosa amarela desabrochou e derrama pétalas coloridas, atapetando o chão?
 
Notou que o vento da noite arrancou as folhas dos arbustos e preparou um delicado ninho de fofura sobre a grama?
 
Deu-se conta de que a árvore balança seus ramos, em saudação a você, que passa?
 
Sentiu como a ramagem exala delicado e característico perfume, em resposta ao fustigar da chuva da madrugada?
 
Se você está com amigos, desligue o celular, esqueça o Ipad, fique off-line.
 
E conecte-se, fique on-line com quem está com você. Olhos nos olhos, converse, ouça.
 
Já se disse que a voz humana é o mais excelente instrumento musical que existe sobre a Terra. Sirva-se dele como quem dedilha as cordas ou acaricia um teclado.
 
Ouça e grave, na acústica da alma, a voz dos seus amigos, cada qual com seu timbre particular.
 
Ouça o que dizem. Eles poderão narrar detalhes da viagem fantástica, que realizaram há pouco e você compartilhará do seu entusiasmo.
 
Ou, quem sabe, lhes ouvirá o relato das dores que os abraçam e lhes poderá enxugar algumas lágrimas.
 
Um dia, quando a solidão o envolver, você poderá fechar os olhos, acionar as lembranças e ouvir o cristalino som do riso ou o balbuciar de um soluço.
 
Isso é viver, conviver.
 
Pense nisso. Analise. E ponha em prática, hoje ainda. Telefone. (Não mande um torpedo nem digite uma mensagem). Telefone e combine uma saída com seus amigos, com seus primos, sobrinhos.
 
Delicie-se com os sorrisos, com a companhia. Depois, repita isso várias outras vezes, plenificando-se de felicidades, sentindo a irresistível vontade de reprisar as mesmas e salutares emoções, que alimentam a alma e alegram as horas.
 
Redação do Momento Espírita.
 
Em 28.6.2014.


18/01/2015

A AURA E OS CHACRAS NO ESPIRITISMO


 Esses dois temas, geralmente, são considerados como alheios à Doutrina Espírita, aceitos como pertencentes exclusivamente ao esoterismo. O que temos visto é que, quando determinada coisa tem alguma semelhança com crenças esotéricas, muitos espíritas logo a rechaça, mesmo que não tenham feito qualquer pesquisa nas obras da Codificação para saber se nelas há algo a respeito.
 
O nosso propósito neste estudo é exatamente esse, ou seja, pesquisar nas obras da Codificação para confirmarmos ou não se nelas podemos encontrar apoio para aceitar, doutrinariamente, a aura e os chacras como integrantes dos postulados espíritas, ou, quem sabe, abrir portas para isso.
 
                                     Paulo da Silva Neto Sobrinho
 
 
 
 
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12/01/2015

"O REI DO GADO"

A NOVELA "O REI DO GADO" E OS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA.
Luiz Carlos D. Formiga
 
Nos casebres no Brasil, onde falta o pão, encontramos a antena da TV. Quando nossos filhos estavam na infância descobrimos que era falho o argumento de que a TV possui um botão para desligar. Os pais não são onipresentes. Um deles disse ao médico que ficaria de plantão 24 horas para que o filho, utilizador de drogas por via endovenosa, não quebrasse o jejum. Enquanto tomava o cafezinho no bar, o rapaz foi ao banheiro e utilizou a água da privada para diluir o tóxico na seringa (A, B). Nem sempre é fácil desligar o botão. (...)
 
Revista FRATERNIDADE (Lisboa), 404: 44-45, 1997.
 
 
* * *
 
 En los barrios pobres de Brasil, donde falta el pan, encontramos la antena de TV. Cuando nuestros hijos eran niños descubrimos que era un fallo el argumento de que la TV posea un botón para apagar. Los padres no son omnipresentes. Uno de ellos dijo al médico que quedaría en guardia las 24 horas para el hijo, utilizador de drogas por vía intravenosa, para no romper el ayuno. Mientras tomaba el cafelito en el bar, el chaval fue al baño y se sirvió el agua privada para diluir el toxico en la jeringuilla (A, B) no siempre es fácil apagar el botón. (...)
 
Revista FRATERNIDADE (Lisboa), 404: 44-45, 1997.
 
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01/01/2015

Bom Dia - Mensagem E.Mollo

Ano 2015


 
Fala-se tanta coisa sobre este novo ano,
mas penso que cada ano é diferente,
e porque não dizer cada dia.
Em 2014 para muitos foi tumultuado
e eu diria que para o Universo também.
Muitas coisas tristes ocorreram durante este ano,
mas no meu País vi que a pobreza continua.
Muitas pessoas morrendo de fome,
assaltos e crimes hediondos sem explicação.
Para alguns políticos foi um ano maravilhoso,
roubaram o nosso dinheiro e nada ocorreu de concreto.
Não li nenhuma linha onde alguém dissesse que o dinheiro
foi restituído aos cofres públicos.
Mas... e o que eles sutilmente roubaram,
pergunta-se o que foi feito?
Nada foi dito ou esclarecido.
Está muito difícil enxergar a curto prazo,
a paz e uma melhor distribuição de renda.
No entanto eu continuo esperançosa,
quem sabe não dá uma reviravolta,
e podemos ver uma nova versão
como num conto. Sonhar não é pecado...
Então imaginemos que as coisas
irão mudar, como por exemplo,
a situação dos aposentados...
A situação da educação...
A situação dos sem teto...
Assim, espero que todos nós,
possamos unir  as nossas forças,
e desejar para que no próximo Ano,
que cada um de nós faça sua parte e que o nosso Brasil
possa nos trazer alegrias e quem sabe um pouco de Paz.
Este será meu pedido, ao tilintar dos sinos
marcando o início do novo Ano.
Que D´us  nos abençoe e nos proteja.
FELIZ 2015!
 * * *
Portal A ERA DO ESPÍRITO
http://www.aeradoespirito.net/

30/11/2014

A ERA DO ESPÍRITO poético .-.-. (Site atualizado em 29 de novembro de 2014 - 12h30min)

É com o máximo prazer que repasso esta linda Atualização do A Era do Espírito,  que nosso amigo Elio Mollo nos brinda...

A ERA DO ESPÍRITO poéticohttp://www.aeradoespirito.net/
 
 
tem mais 10 Cirandas Poéticas para você ler
 
Navegue no Portal A ERA DO ESPÍRITO
leia, estude, pesquise
e se encante lendo lindas Cirandas Poéticas
Site atualizado em 29 de novembro de 2014 - 12h30min
 
 
(1.220 cirandas poéticas em dez páginas)
 
 
ÍNDICE
(para ler clique com  mouse nos títulos das Cirandas) 
 
 
Poetas participantes:
Fernando A. Moreira / Clara da Costa / Muriel E T N Pokk / Regina Madeira/Estrela Radiante / Silvia Giovatto (faffi)
José Ernesto Ferraresso / Esther Ribeiro Gomes / Marcial Salaverry / Maria de Fatima Delfina de Moraes
Naidaterra / Marilza Pereira Calsavara (MDLUZ) / Antonio Cícero da Silva(Águia) / Su Simon
Ninita Lucena / Mifori / Eugénio de Sá / Humberto - Poeta
 
Tema: A PONTE DA AMIZADE (Novo)
 
Poetas participantes:
Marcial Salaverry / Silvia Giovatto (faffi) / Muriel Elisa Távora Niess Pokk / José Ernesto Ferraresso
Alceu Sebastião Costa / Humberto Rodrigues Neto / Vera Maria Sangiorgi
Nídia Vargas Potsch / Antonio Cícero da Silva(Águia) / Su Simon
 
Tema: AÇÕES E PALAVRAS (Novo)

 Poetas participantes:
Redação do Momento Espírita / Esther Ribeiro Gomes / Marcial Salaverry / Regina Madeira - Estrela Radiante
Humberto Rodrigues Neto / Muriel Elisa Távora Niess Pokk / Clara da Costa
 
Tema: ALGUNS TONS DE SAUDADE (Novo)
 
 Poetas participantes:
Esther Ribeiro Gomes / Clara da Costa / Estrelinh@ / Silvia Giovatto (faffi) / Humberto Rodrigues Neto
Marcial Salaverry / Regina Coeli / Vera Maria Sangiorgi / Eri Paiva
 
Tema: CONHECENDO O VELHO PAI (Novo)
 
 Poetas participantes:
Redação do Momento Espírita / Ilze Soares / Marcial Salaverry / Humberto Rodrigues Neto
Eri Paiva / Beki Bassan / Guida Linhares / Ninita Lucena
Mifori / Silvia Giovatto (faffi)
 
Tema: MEU PRESÉPIO (Novo)
 
 Poetas participantes:
Alceu Sebastião Costa / José Ernesto Ferraresso / Humberto Rodrigues Neto / Marcial Salaverry
Naidaterra / Eri Paiva / Mifori / Silvia Giovatto (faffi)
 
Tema: NATAL (Novo)
 
Poetas participantes:
Mercília Rodrigues / Esther Ribeiro Gomes / Marcial Salaverry / Muriel Elisa Távora Niess Pokk / Elio Mollo
Marilza Pereira Calsavara (MDLUZ) / José Ernesto Ferraresso / Naidaterra / Eri Paiva / Ninita Lucena
Silvia Giovatto (faffi) / Neida Rocha / Maria de Fatima Delfina de Moraes / Regina Madeira
Humberto - Poeta / Alceu Sebastião Costa / Marilza Pereira Calsavara (MDLUZ) / Mifori
 
Tema: RELAÇÃO CAUSA E EFEITO (Novo)
 
  Poetas participantes:
Redação do Momento Espírita / Regina Madeira – Estrela Radiante / Augusta Schimidt / Marcial Salaverry
Maria de Fatima Delfina de Moraes / Antonio Cícero da Silva (Águia) / Regina Coeli
Humberto Rodrigues Neto / Muriel Elisa Távora Niess Pokk
 
Tema: SONHO OU FANTASIA? (Novo)
 
Poetas participantes:
Silvia Giovatto (faffi) / Ninita Lucena / Barbet / Marcial Salaverry / Humberto Rodrigues Neto
Esther Ribeiro Gomes / Regina Coeli / Alfredo dos Santos Mendes
 
 Poetas participantes:
Elio Mollo / Regina Madeira / Esther Ribeiro Gomes / Marcial Salaverry / Alceu Sebastião Costa
Silvia Giovatto (faffi) / Maria de Fatima Delfina de Moraes / Clara da Costa / Mifori
Isabel Perdigão / Humberto Rodrigues Neto
 
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