Rieu

06/01/2018

A ARTE DA AUTOACEITAÇÃO - PARTE II

Dr. Ronald Alexander

Exercícios poderosos para abandonar o autojulgamento e os pensamentos negativos

TRANSFORME SEUS AUTOJULGAMENTOS NÃO SAUDÁVEIS

1.No seu diário de atenção plena, liste o que você sempre pensou como suas qualidades negativas. Inclua todas as críticas que outros fizeram de você que estava guardando... Basta observar o que você pensa como suas imperfeições. Não julgue.

2.Como o seu desconforto surge naturalmente, permaneça presente com ele. Reconheça que em breve passará, mas, por enquanto, é uma ferramenta valiosa para ajudá-lo no processo de soltar seus autojulgamentos prejudiciais. Deixe toda crença dolorosa sobre você se levantar, tendo o seu tempo para ficar quieto e consciente, abrindo-se a esse fluxo do seu inconsciente.

3.Depois de ter escrito todas as autocríticas ásperas, você pode querer agrupá-las visualmente, desenhando linhas e círculos para mostrar conexões com suas origens.

4.Em seguida, faça as seguintes perguntas sobre cada um desses autojulgamentos:

1.Isso é verdade? Preciso disso neste momento?

2.É verdade às vezes? Em que circunstâncias?

3.Era verdade no passado, mas não mais?

5.Se a sua decisão não é precisa agora, imagine-se arrastando essas velhas crenças e padrões de pensamento insalubres para o lixo. Esteja avisado que, mesmo que você faça essa escolha para excluir qualquer autojulgamento, provavelmente continuará a permanecer em sua mente inconsciente, surgindo uma e outra vez, especialmente quando você medita.

No entanto, agora você verá o que é: um pensamento insalubre e improdutivo que causa dor e sofrimento e invade seu autoamor e autoaceitação. Lembre-se sempre que ele ressoar, e deixe-o de lado sem um exame mais aprofundado.

Se o seu autojulgamento for verdadeiro, reconheça-o como um problema com o qual você estará trabalhando por algum tempo. Você pode até querer usar um dicionário de sinônimos para encontrar palavras para lançar alguma luz de como isso invade a autoaceitação.

Em seguida, escreva uma afirmação do aspecto positivo deste autojulgamento e recite-a várias vezes, enquanto visualiza o sentimento positivo dentro do seu corpo (isto é chamado de incorporação da qualidade). Por exemplo:

Autojulgamento insalubre: Desorganizado

Aspecto saudável: Criativo, não contido por estruturas rígidas

Afirmação: "Eu abraço minha criatividade e fluidez".

Autojulgamento insalubre: Sarcástico, cruel

Aspecto saudável: Disposto a me defender, ser honesto, inteligente com palavras

Afirmação: "Eu sou inteligente, direto e forte".

Autojulgamento insalubre: Indigno

Aspecto saudável: Dignidade, merecimento

Afirmação: "Eu valho a pena, eu tenho substância e sinto-me pleno e firme dentro".

Autojulgamento insalubre: Autocrítico

Aspecto saudável: Admiração e confirmação

Afirmação: "Eu me preencho de compaixão e aceitação, e eu me afirmo".

Autojulgamento insalubre: Desejo

Aspecto saudável: Tenho paixão e fogo

Afirmação: "Eu admiro os outros e aprecio a singularidade, e eu anseio a grandeza".

Autojulgamento insalubre: Inveja

Aspecto saudável: Espero mais de mim mesmo

Afirmação: "Estou satisfeito com alegria e equanimidade".

Autojulgamento insalubre: Triste

Aspecto saudável: Estou aberto aos sentimentos profundos.

Afirmação: "Minha tristeza abre o coração para sentir compaixão e tristeza".

Permita-se experimentar orgulho, prazer e conforto ao reconhecer os aspectos saudáveis ​​do seu autojulgamento e transformá-lo em autoaceitação.

Ao executar este exercício, você pode sentir que está criando desculpas para si mesmo, mas você não está.


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Formatação - DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
Este artigo sobre cultivar a autoaceitação e superar o autojulgamento é um excerto, com permissão, do livro do Dr. Ronald Alexander, Wise Mind, Open Mind: Finding Purpose and Meaning in Times of Crisis, Loss and Change (New Harbinger Publications, 2009).
Tradução resumida de Vilma Capuano - vilmacapuano@yahoo.com.br
Grata Vilma!

LUZ!
STELA

Gratidão a Todos e a Tudo, por Tanto, sempre !